Lições Bíblicas Adultos, 1º Trimestre 2026 CPAD
REVISTA: A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único
Revelado em Três Pessoas Eternas
Comentarista: Douglas Baptista
Data da Aula: 1 de Fevereiro de 2026
TEXTO
ÁUREO
“Este
é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.” (Mt 17.5b)
VERDADE
PRÁTICA
Jesus
Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e
único mediador entre Deus e os homens.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
- Lc 1.35
A
concepção virginal e a ação da Trindade
Terça
- Jo 1.1-3
O
Filho é Deus desde a eternidade
Quarta
- Mt 17.2,3
A
glória divina de Jesus na Transfiguração
Quinta
- Hb 1.1-3
O
Filho como revelação suprema
Sexta
- At 4.12
Cristo
é o único caminho de salvação
Sábado
- Fp 2.9-11
Cristo
exaltado acima de todo nome
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 1.31,32,34,35; Mateus 17.1-8
Lucas
1
31
- E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o
nome de Jesus.
32
- Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará
o trono de Davi, seu pai,
34
- E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão?
35
- E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a
virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que
de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.
Mateus
17
1
- Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu
irmão, e os conduziu em particular a um alto monte,
2
- E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as
suas vestes se tornaram brancas como a luz.
3
- E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4
- E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se
queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para
Elias.
5
- E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da
nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo;
escutai-o.
6
- E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre seu rosto e tiveram grande medo.
7
- E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse: Levantai-vos e não tenhais medo.
8
- E, erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus.
HINOS SUGERIDOS: 156, 344, 481 da Harpa
Cristã
PLANO
DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos a doutrina bíblica sobre o Deus Filho,
revelada de modo marcante no episódio da transfiguração. Com base nos relatos
de Lucas 1.31-35 e Mateus 17.1-8, veremos como Jesus, a segunda Pessoa da
Trindade, é plenamente Deus, centro da revelação divina e único mediador entre
Deus e os homens. Destacaremos sua divindade, sua centralidade e sua missão
redentora, compreendendo o impacto dessa verdade para a fé e a vida cristã.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Explicar a concepção virginal e a
deidade absoluta de Jesus; II) Mostrar a centralidade de Cristo como
cumprimento da Lei e dos Profetas; III) Enfatizar a exclusividade de Cristo
como único mediador e salvador.
B) Motivação: Já esteve diante de algo tão grandioso que mudou a
forma como você enxerga tudo? A transfiguração foi essa experiência para Pedro,
Tiago e João. Ao verem a glória de Cristo, compreenderam que Ele não é apenas
mais um enviado de Deus, mas o próprio Deus Filho encarnado. Essa revelação nos
chama a viver com os olhos fixos nEle e a ouvi-Lo acima de todas as outras
vozes.
C) Sugestão de Método: Para introduzir a aula, sugerimos que
leve para a sala três cartões grandes com as palavras Lei, Profetas e Cristo
escritas. Peça a três voluntários que segurem cada cartão e fiquem em pontos
diferentes da sala. Explique brevemente o que cada um representa: Moisés (Lei),
Elias (Profetas) e Jesus (Cristo).
Depois, conduza um diálogo: pergunte aos alunos como a Lei e os
Profetas apontavam para o Messias e, em seguida, peça que todos caminhem em
direção ao aluno com o cartão "Cristo", mostrando simbolicamente que
tudo converge para Ele. Finalize lendo Mateus 17.8 ("ninguém viram, senão
a Jesus") e destacando que nossa fé deve ter essa mesma centralidade.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Reconhecer Jesus como Deus Filho é central para a
fé cristã. Ele é o Verbo eterno feito carne, a revelação suprema do Pai e o
único que pode reconciliar o homem com Deus. Por isso, devemos adorá-Lo,
obedecê-Lo e anunciá-Lo como o único caminho de salvação. Negar sua divindade
ou relativizar sua voz é distorcer o Evangelho e perder a essência da vida
cristã.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista
que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições
Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.38, você encontrará um subsídio especial
para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará
auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "A
Divindade de Jesus", localizado depois do primeiro tópico, aponta para a
reflexão a respeito da natureza de divina do Senhor Jesus; 2) O texto "A
Transfiguração", ao final do segundo tópico, aprofunda o episódio da
Transfiguração e o Senhor Jesus como centro da Revelação das Escrituras.
INTRODUÇÃO
Ratificamos
que a Trindade nos revela um só Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espírito
Santo. O episódio da transfiguração (Mt 17.1-8) é um dos momentos marcantes da
revelação da glória do Deus Filho. Nele, Jesus — a Segunda Pessoa da Trindade —
é exaltado diante de testemunhas oculares, com a aprovação explícita do Pai.
Ele não é um personagem entre outros, mas o Deus encarnado. Esta lição nos
conduz a contemplar a divindade, a centralidade e a missão redentora do Deus
Filho.
PALAVRA-CHAVE: Cristo
I
– A DIVINDADE DO FILHO
1.
A Concepção Virginal de Jesus.
A
concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. Sobre isso, o anjo Gabriel
explicou à virgem: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo
te cobrirá com a sua sombra” (Lc 1.35a). O texto afirma que Jesus seria
concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. A
expressão “sombra” (gr. episkiázō) referese à presença divina (Êx 40.35).
Assim, o Espírito Santo está vinculado à sombra da “virtude” (gr. dýnamis), ou
seja, ao poder de Deus. Isso indica que a presença poderosa de Deus repousou
sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado
de Filho de Deus (Lc 1.35b). Dessa maneira, observa-se, nesse evento, a
manifestação da Trindade: o Pai, o Filho de Deus e o Espírito Santo.
2.
A deidade absoluta do Filho.
O
Senhor Jesus Cristo é, desde a eternidade, o único Filho de Deus e possui a
mesma essência e substância (gr. homooúsios) do Pai (Jo 10.30; 14.9). Antes de
nascer em Belém, o Filho já existia eternamente com o Pai: “No princípio, era o
Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Ele é a Segunda
Pessoa da Trindade e foi enviado pelo Pai ao mundo (1 Jo 4.9). Ele se fez
carne, sem deixar de ser Deus, possuindo duas naturezas, a divina e a humana,
unidas numa única pessoa (Jo 1.14; Fp 2.6-11).
Essa
união das duas naturezas é sem confusão, sem mudança, sem divisão e sem
separação (Concílio de Calcedônia, 451 d.C.). Ele é verdadeiro Deus e
verdadeiro homem (Rm 1.3,4; 9.5). Sendo Deus e homem, Jesus é o único mediador
entre Deus e a humanidade (1 Tm 2.5).
3.
Os atributos divinos de Jesus.
Como
Segunda Pessoa da Trindade, Jesus possui todos os atributos essenciais da
divindade. Entre eles, citamos: Eternidade – Jesus não teve começo, pois é
eterno como o Pai (Is 9.6); Imutabilidade – Cristo, sendo Deus, não muda em seu
ser ou caráter (Hb 1.12); Onipresença – Jesus declarou sua presença universal
(Mt 18.20); Onisciência – Jesus conhece todas as coisas, inclusive nossos
pensamentos (Jo 21.17); Onipotência – nada é impossível para Ele (Ap 1.8). Em
suma, Jesus Cristo manifesta em si mesmo todos os atributos que pertencem
exclusivamente a Deus. Isso demonstra de forma incontestável sua plena
divindade. Crer em Jesus como Deus é vital para a fé cristã. Negar qualquer um
desses atributos é negar a essência do Evangelho (Jo 20.31).
SINÓPSE I
A concepção virginal e os atributos
divinos de Jesus revelam que Ele é Deus desde a eternidade e possui a mesma
essência do Pai.
AUXÍLIO
TEOLÓGICO
A
DIVINDADE DE JESUS
“Os escritores do Novo Testamento atribuem divindade a Jesus em
vários textos importantes. Em João 1.1, Jesus, como o Verbo, existia como o
próprio Deus. É difícil imaginar uma afirmação mais clara do que esta acerca da
divindade de Cristo. Baseada na linguagem de Gênesis 1.1, eleva Jesus à ordem
eterna de existência com o Pai.
Em João 8.58, temos outro testemunho poderoso da divindade de
Cristo. Jesus assevera, a respeito de si mesmo, sua existência contínua com o
do Pai. ‘EU SOU’ é a bem conhecida revelação que Deus fez de si mesmo a Moisés
na sarça ardente (Êx 3.14). Ao dizer: ‘Eu sou’, Jesus estava colocando à
disposição o conhecimento da sua divindade, para quem quisesse crer. [...]
Paulo nos informa aqui a existência de Jesus em um estado de igualdade com
Deus. Mesmo assim, Ele não ficou agarrado a esse estado, mas abriu mão dele,
tornando-se um servo e morrendo na cruz por nós. As informações do Novo
Testamento a respeito desse assunto levam-nos a reconhecer que Jesus não deixou
de ser Deus durante a encarnação” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia
Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.326).
II
– A CENTRALIDADE DO DEUS FILHO
1.
A glória sobrenatural de Jesus.
Pedro,
Tiago e João acompanharam Jesus até um alto monte (Mt 17.1). Neste local, Jesus
“transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas
vestes se tornaram brancas como a luz” (Mt 17.2). O verbo “transfigurar” é
tradução do grego metamorphóō do qual se originou o vocábulo “metamorfose”
(transformação, mudança). Na ocasião, Jesus revelou temporariamente a glória da
sua natureza divina, com aparência resplandecente. Um prólogo escatológico, um
vislumbre do Cristo pós-ressurreto e glorificado (Ap 1.6). Uma confirmação da
união das duas naturezas de Cristo: humana e divina, duas naturezas em uma só
pessoa (Jo 1.14). Aqui, a divindade de Jesus foi revelada. Uma manifestação
visível da glória de Deus no Filho encarnado (Fp 2.6-9).
2.
O testemunho da Lei e dos Profetas.
Estando
no monte “eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele” (Mt 17.3). A
aparição de Moisés e Elias não foi um contato com os mortos (Mc 12.27; Lc
16.26), mas um ato divino carregado de significado escatológico. Moisés
representa a Lei. Ele é o mediador da Antiga Aliança, o legislador do povo
hebreu (Êx 24.7,8). Sua presença indica que toda a Lei aponta para Cristo (Mt
5.17). Elias representa os Profetas, considerado o símbolo da proclamação
profética. Sua aparição mostra que os profetas anunciavam a vinda do Messias
(Is 9.6; Ml 4.5,6). Esses dois personagens testemunham que Jesus é o tema
central e o cumprimento definitivo das Escrituras (Lc 24.27). A presença deles
é uma prova visível da superioridade de Jesus (Hb 1.1,2).
3.
A aprovação divina do Pai.
A
transfiguração atinge seu clímax com a voz audível do próprio Pai: “eis que uma
nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz” (Mt 17.5a). A voz vinda da
nuvem — símbolo da presença de Deus (Êx 13.21) — ecoa as palavras já proferidas
no batismo de Jesus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17;
17.5b). Essa repetição é significativa: o Pai confirma que Jesus é o seu Filho
eterno, não apenas em missão redentora, mas em natureza divina. A expressão “em
quem me comprazo” (gr. eudokēsa) revela que o Filho é aquEle em quem o Pai se
deleita (Is 42.1). A voz do Pai é uma afirmação da centralidade de Cristo (Jo
14.6) e sustenta a doutrina da Trindade, em que o Filho é Deus, gerado pelo Pai
e consubstancial com Ele (Jo 14.9,10).
SINÓPSE II
Na transfiguração, Cristo é confirmado
pelo Pai como centro da revelação e cumprimento da Lei e dos Profetas.
AUXÍLIO
BIBLIOLÓGICO
A
TRANSFIGURAÇÃO
“A transfiguração foi uma visão, um breve lampejo da verdadeira
glória do Rei (16.27,28). Foi uma revelação especial da divindade de Jesus a
três de seus discípulos e a confirmação por parte de Deus Pai de tudo aquilo
que Jesus havia feito e estava por fazer. Moisés e Elias foram os dois maiores
profetas do AT. Moisés representa a lei, a antiga aliança. Ele escreveu o
Pentateuco e predisse a vinda de um grande profeta (Dt 18.15-19). Elias
representa os profetas que vaticinaram a vinda do Messias (Ml 4.5,6). A
presença de Moisés e Elias junto a Jesus confirmam a missão messiânica de
Jesus, que consistiu em cumprir a lei de Deus e as palavras dos profetas.
Assim como a voz de Deus, ecoando da nuvem sobre o monte Sinai,
conferiu autoridade à sua lei (Êx 19.9), na transfiguração, validou a
autoridade das palavras de Jesus. Pedro queria fazer uma tenda para cada um
desses três grandes homens, para mostrar como a Festa dos Tabernáculos se
cumpriria na vinda do Reino de Deus. Pedro tinha uma concepção correta a
respeito de Cristo, mas desejava agir no momento errado” (Bíblia de Estudo
Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1253).
III
– A MISSÃO REDENTORA DO DEUS FILHO
1.
O Filho como revelação suprema.
A
transfiguração é marcada, também, por uma ordem direta do Pai acerca do Filho:
“escutai-o” (Mt 17.5c). A declaração reflete a profecia de Moisés: “O Senhor,
teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a
ele ouvireis” (Dt 18.15). A Escritura deixa claro que esse Profeta prometido é
o próprio Cristo (Jo 6.14; At 3.20-23). A instrução — “escutai-o” — coloca o
Filho em posição de supremacia sobre as revelações anteriores (Lc 16.16; Jo
1.17,18). Não é Moisés (a Lei) e nem Elias (os Profetas) que devem ser ouvidos,
mas o Cristo (Hb 1.1,2). Esse evento sinaliza a transição entre a Antiga e a
Nova Aliança, centrada na pessoa do Filho (Cl 2.17; Hb 10.1). Logo, negar a
Cristo, ignorá-lo ou relativizar sua voz é rejeitar a autoridade de Deus (1 Jo
5.12).
2.
A exclusividade de Cristo na redenção.
Após
a visão do Cristo transfigurado, a Bíblia declara: “erguendo eles os olhos,
ninguém viram, senão a Jesus” (Mt 17.8). Essa afirmação encerra uma verdade
fundamental: Cristo é absolutamente único e exclusivo na obra da redenção. A
presença de Moisés e Elias cessou; restou apenas Cristo. Ele é o cumprimento da
Lei e dos Profetas (Mt 5.17). Toda a Escritura aponta para Ele (Lc 24.27).
Cristo não é meramente um Profeta; Ele é o Deus revelado (Jo 14.9), o
resplendor da glória divina (Hb 1.3). Ele é o único mediador entre Deus e os
homens (At 4.12; 1 Tm 2.5). Seu sacrifício é plenamente suficiente para
reconciliar o pecador com Deus (Cl 1.20-22). Diante de sua majestade, toda
figura da Antiga Aliança se desfaz — somente Jesus permanece.
3.
O aprendizado pela experiência.
A
revelação da glória do Cristo ressurreto, foi também um evento pedagógico para
os discípulos. A experiência os fortaleceu para o futuro sofrimento de Jesus.
Mais tarde, Pedro reconheceu o episódio como evidência incontestável da
majestade de Jesus: “mas nós mesmos vimos a sua majestade [...] quando da
magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em
quem me tenho comprazido” (2 Pe 1.16,17). A transfiguração, portanto, é o
vislumbre do Reino, prenúncio da ressurreição, antecipação da vitória final de
Cristo, e o anúncio de seu triunfo escatológico sobre a morte e todo domínio
(Hb 1.8-12; Fp 2.9-11). Diante dessa glória, somos chamados a contemplar e
adorar a Cristo com fé e esperança (Hb 12.2).
SINÓPSE III
Cristo é o único mediador e salvador; sua
missão redentora é exclusiva e plenamente suficiente.
CONCLUSÃO
A
doutrina do Deus Filho nos conduz à centralidade de Cristo na fé cristã. Sua
divindade, glória e missão redentora revelam o coração do Pai e o agir do
Espírito. Ele é o Verbo eterno feito carne, o único que pode reconciliar o
homem com Deus. Por isso, devemos reconhecê-lo como Senhor absoluto,
prostrar-nos em adoração, ouvi-Lo e segui-Lo em obediência, reverência e
gratidão.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Cite ao menos três atributos divinos de Jesus apresentados na
lição.
Eternidade,
imutabilidade e onisciência (entre outros).
2. A aparição de Moisés no momento da transfiguração de Jesus
foi um ato divino carregado de significado escatológico. O que a sua presença
indica?
Que
toda a Lei aponta para Cristo como seu cumprimento.
3. Quem é o cumprimento da Lei e dos Profetas?
Jesus
Cristo.
4. O sacrifício de Cristo é plenamente suficiente para quê?
Reconciliar
o pecador com Deus.
5. A transfiguração é o anúncio do triunfo escatológico de
Cristo sobre o quê?
Sobre
o pecado, a morte e todo domínio do mal.
****
